–:–:–
Conecte-se conosco

Votação no exterior: Lula supera Flávio Bolsonaro na Nova Zelândia

Quase 1 milhão de eleitores brasileiros estão aptos a votar em 186 cidades de mais de cem países neste segundo turno.

1 visualizações
Votação no exterior: Lula vence Flávio Bolsonaro na Nova Zelândia; acompanhe

A votação do segundo turno das eleições presidenciais no exterior movimenta quase 1 milhão de eleitores aptos a participar do pleito em 186 cidades espalhadas por mais de cem países. A apuração parcial já registra resultados expressivos em algumas localidades, como na Nova Zelândia, onde o candidato Lula lidera a preferência com 418 votos (80,54%), enquanto Flávio Bolsonaro soma 101 votos (19,46%). No primeiro turno na mesma região, Lula havia registrado 234 votos contra 64 do adversário.

Monitoramento dos boletins de urna internacionais

Ao longo deste domingo (25), o acompanhamento é feito com base em boletins de urna de diferentes partes do mundo, disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para antecipar os números parciais da apuração fora do país. No entanto, o resultado consolidado e oficial só será divulgado pela Justiça Eleitoral após as 17h, no horário de Brasília, momento em que a votação é encerrada oficialmente em território nacional.

Panorama do primeiro turno e regras de votação

No primeiro turno da disputa atual, Lula obteve a maioria em 64 países, ao passo que Flávio liderou em 36 nações, ocorrendo um único empate em Guiné-Bissau. Somando todos os votos do exterior na etapa anterior, o petista alcançou 157.387 votos, equivalentes a 47,57%, contra 143.900 votos do senador, o que representou 49,49% do total, acompanhados de uma taxa de abstenção de 62,69%.

Critérios para instalação de urnas

Para que uma localidade no exterior receba uma seção eleitoral, a regra estabelece a necessidade de haver pelo menos 30 eleitores brasileiros aptos registrados na região, justificando a ausência de determinados territórios na base oficial de votação do TSE.

A cobertura completa segue monitorando o desempenho dos candidatos em continentes como Oceania, Ásia, Europa, América e África, trazendo os dados consolidados à medida que o TSE libera as informações oficiais.

Mais em Política

Ver tudo →